Bauza nega ‘Messidependência’ na Seleção Argentina e acredita em título mundial em 2018

Técnico compara importância de Messi à de Maradona e Kampes no passado

 Depois de passar dias assombrado pela contundente derrota por 3 a 0 para o Brasil, o técnico da Argentina, Edgardo Bauza, pôde voltar a comemorar com a vitória pelos mesmos 3 a 0, desta vez sobre a Colômbia, em atuação de gala de Lionel Messi. Apesar de reconhecer o protagonismo do jogador, porém, o treinador rejeitou a opinião de que a seleção argentina se resume ao camisa 10.

“Em 1986 estava Maradona, em 1978 estava Kempes e agora está Messi. Temos que aproveitar que são argentinos e que jogam para nós. Não acredito que a seleção seja Messi e mais dez, como muitos dizem. Ele é um jogador fundamental, desequilibrante e importantíssimo, mas se não tem ao seu lado jogadores que trabalham para apoia-lo, a partida se complica, também”, disse o comandante em entrevista à Rádio Fox.

A seleção que derrubou a Colômbia demonstrou uma cara diferente, tanto em campo quanto fora. O que se viu foi um Messi vibrante, guerreiro, com sede de vitória e obcecado pela consagração de sua equipe nacional. O belo gol de falta aos nove minutos do primeiro tempo foi apenas a largada para a grande noite da alviceleste.

Com a vitória – a primeira depois de quatro rodadas –, a Argentina subiu à quinta colocação, com 19 pontos e, por enquanto, garante vaga para a repescagem mundial. A situação desconfortável, no entanto, não assusta o treinador. Muito pelo contrário: o argentino parece mais confiante do que nunca de que tem sob sua tutela um elenco digno de Copa do Mundo. “Estou convencido de que com estes jogadores vamos nos tornar campeões mundiais”, finalizou Bauza.

A Argentina volta a campo somente no dia 23 de março de 2017, em casa, contra o Chile, pela 13ª rodada das Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa do Mundo de 2018, na Rússia.

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